CHINA INICIA TESTES DA PRIMEIRA RODOVIA NO MUNDO QUE CAPTA ENERGIA SOLAR

CHINA INICIA TESTES DA PRIMEIRA RODOVIA NO MUNDO QUE CAPTA ENERGIA SOLAR

A China é considerada o maior emissor mundial de gases do efeito estufa, porém, parece que o país pretende reverter esse efeito investindo US$ 360 bilhões em energias renováveis até o ano de 2020. Um dos mais novos projetos do país é uma estrada que capta energia solar. A via terá capacidade de gerar 1 milhão de kW/h por ano.

China inicia testes da primeira rodovia no mundo que capta energia solar
A maior estrada solar está em construção em Jinan, capital da província de Shandong, na China. Desenvolvida pela Qilu Transportation Development Group, um quilômetro da via expressa já está funcionando para testes. A rodovia sustentável conta com uma área de 5.875 m² de painéis solares, uma estrutura com capacidade de gerar energia suficiente para 800 residências.

O chão da nova estrada conta com três camadas: a primeira camada isolante na parte inferior, no meio são painéis fotovoltaicos, que transformam a luz em energia, e por último o concreto transparente na parte superior.  O designer de projetos Zhang Hongchao, afirma que a estrada é capaz de suportar 10 vezes mais pressão do que as estradas normais de asfalto e a estimativa é que a área gere um milhão de quilowatts-hora de eletricidade em um ano.

O projeto também pretende usar a tecnologia para iluminação da rodovia, em letreiros digitais e até mesmo para um sistema de derretimento de neve. Futuramente, o projeto deverá ganhar melhorias, como por exemplo, recarga sem fio de veículos elétricos e o fornecimento de conexão com a internet.

O projeto tem tudo para ser um sucesso, apesar do alto custo. Os especialistas dizem que o valor do projeto é um dos principais empecilhos para a expansão do projeto. Cada metro quadrado da estrada tecnológica custou aproximadamente US$ 458, valor muito maior em comparação com o asfalto tradicional.

China inicia testes da primeira rodovia no mundo que capta energia solar.
Desde o ano de 2015, países como Holanda e França têm testado projetos similares ao da China, as “estradas solares” estão chegando para mudar nosso futuro. A primeira estrada solar do mundo foi inaugurada na França em março de 2017 e na Holanda uma ciclovia solar já faz sucesso por apresentar essa tecnologia inovadora.

Segundo a última análise sobre o mercado de energia renovável divulgada pela Agência Internacional de Energia (AIE), o país asiático representa quase metade da expansão global da energia solar.  A Agência Internacional de Energia acredita que as fontes renováveis continuarão crescendo com força nos próximos anos e até 2022 a capacidade de energia renovável deverá aumentar em 43%.

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Piauí tem o maior parque de energia solar em operação na América do Sul

 

Área do tamanho de 700 campos de futebol tem um milhão de painéis.
Usina fornece energia para abastecer cidade de 1,2 milhão de pessoas.

Jornal Nacional – Piauí tem o maior parque de energia solar em operação na América do Sul

Neste país tropical, as iniciativas para aproveitar nossos recursos naturais se multiplicam. No sertão do Piauí, onde sobra sol e vento, isso está mudando a vida de muita gente.

Gente que fala diferentes línguas e que acaba de finalizar um projeto que vem mudando a vida de moradores do sertão piauiense. A do Aílton por exemplo. Ele já trabalhou como vigilante, vendedor, instalador de gesso. Ficou desempregado por nove meses.

“Hoje minha carteira tem operador de instalação. Então, isso me abriu muito os horizontes, isso me abriu muitas as oportunidades”, diz Aílton Pereira.

Oportunidade que surgiu no quintal de casa. Forte radiação, baixa umidade, muitas horas e muitos dias de sol, características que atraíram para o Piauí o maior parque de energia solar em operação da América do Sul.

O cenário mais parece de um filme de ficção científica, são quase um milhão de painéis distribuídos numa área do tamanho de 700 campos de futebol.

A usina fica na cidade de Ribeira do Piauí, a 490 quilômetros de Teresina. Ela acaba de entrar em operação fornecendo ao sistema interligado nacional 292 megawatts, energia suficiente para abastecer diariamente uma cidade com 1,2 milhão de pessoas.

“Isso é uma indicação da potencialidade da energia solar como fonte de contribuição a matriz, as necessidades da matriz energética do país”, disse Tomassio Quadrini, gerente de projetos.

Hoje a participação da energia solar na matriz energética do Brasil é de apenas 0,2%. A meta do setor é atingir 10% em 2030.

Já o vento é aproveitado há um bom tempo. Em 2008, foi instalado o primeiro parque de energia eólica do Piauí. De lá para cá, já são 36 parques funcionando e mais 27 em construção. Hoje, o estado está entre os principais produtores desse tipo de energia no país.

Seu Francisco e dona Margarida já sabem o tamanho desse impacto. Hoje eles vivem numa casa novinha, com cinco quartos e um caminhão na garagem. Parte das terras casal foi arrendada para a instalação de duas torres eólicas.

“Mudou muito, a gente não se preocupa mais com o dinheiro da feira, graças a Deus, a gente já sabe que tem todo mês”, conta Francisco.

Já a comunidade quilombola também saiu ganhando com a energia solar. Recebeu livros dos funcionários da empresa, a escola foi pintada e cercada e parte do material se transformou numa pracinha.

“O nosso sol natural está ajudando bastante, então, a gente fica feliz por isso, porque através dessa solar chegaram muitos benefícios para o nosso Piauí”, diz a moradora Mirian Rodrigues

Fonte: Jornal Nacional

Equipe: Energiatecsolar_Brasil

ENERGIA SOLAR NO BRASIL, O QUE FALTA PARA SERMOS UMA POTÊNCIA?

O que falta para o Brasil ser a maior potência em energia solar?

Até pouco tempo atrás seria uma pergunta com várias respostas e desculpas, mas agora o caminho começa a ser trilhado e o futuro é promissor

Consciência ecológica já era algo que não faltava a Luiz Alberto Vilalva, policial ambiental em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Seu trabalho cotidiano é atuar para preservar e evitar danos ao meio ambiente. Como uma coisa puxa a outra, Luiz Alberto queria fazer mais e uma ideia, a princípio óbvia, seria a utilização da energia solar.

“Em casa somos sete pessoas, eu, minha esposa, minha mãe e quatro filhos, todos consumindo muita energia”. Filhos com idades variando de 16 a 22 anos quando estão em casa, certamente utilizam uma grande quantidade de equipamentos. Isso para não falar em seis aparelhos de ar condicionado que permanecem quase o tempo todo ligados.

Apesar de parecer uma solução simples pelo potencial energético da ensolarada cidade do Centro-Oeste brasileiro, os preços não eram convidativos. “Comecei pesquisar seis meses antes, pois os preços eram iguais aos de um carro”. Mas em novembro do ano passado Luiz Alberto decidiu contratar um projeto da NeoSolar Energia filial de Campo Grande e instalar 15 placas fotovoltaicas no telhado de sua casa.

Seis meses depois o policial se diz “extremamente feliz” e, pelas contas, irá recuperar o investimento em cinco ou seis anos, no máximo. “Sempre fui contra desperdícios e agora estou muito satisfeito de poder usufruir do conforto sem maiores problemas”.

Hugo Brandão, diretor da franquia da NeoSolar em Campo Grande e responsável pelo projeto na casa de Luiz Alberto, afirma que “a manutenção é simples e as placas possuem  garantia de 25 anos”.

E aí pergunto sobre questões antigas que sempre vêm à tona quando se fala em captação solar: E para armazenar essa energia? As baterias não são caras? E quando não tem sol, a casa fica sem energia? Calma, calma! “A instalação é simples, ligada diretamente na rede elétrica já existente”,  ou seja, nada de baterias, esclarece Brandão.

Como assim? Por meio da resolução 482/2012 a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a instalação de equipamentos de geração distribuída de pequeno porte em residências, comércios e indústrias. Dessa forma foi criado o Sistema de Compensação de Energia. Toda a energia gerada nesses locais abastece a rede e o consumidor recebe créditos caso a energia gerada seja maior do que a consumida. Em caso contrário, paga só a diferença.

À noite, por exemplo, quando a captação solar para de produzir, a rede da companhia energética do Mato Grosso do Sul, a Energisa, é que abastece a casa do Luiz Alberto. Isso, claro, também vale para dias nublados ou chuvosos.

A resolução foi tão bem sucedida graças a redução de custos, em torno de 50%. De quatro projetos existentes em 2012, hoje são 10 mil projetos de micro e minigeração distribuída em todo o país. A Aneel estimou que até 2024 deverão ser ao menos 1,2 milhão de unidades totalizando 4,5 gigawatts (GW) desse tipo estarão aptas a gerar a sua própria energia da fonte mais abundante do mundo,  a solar.

E o setor se considera otimista? O presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia, prefere apresentar números: em relação à evolução tecnológica do setor, ele afirma que houve uma redução dos custos de produção entre 2008 e 2016 nos Estados Unidos na ordem de 83%. “Só no ano passado a redução foi de 15%”.

As razões, segundo Rodrigo, são várias: aumento da eficiência na produção de energia dos equipamentos, na fabricação dos mesmos e aumento na escala de produção. “Até 2030 a redução do custo vai continuar até se tornar uma das fontes mais baratas do mundo”, explica o presidente da entidade representativa do setor.

Em relação ao potencial brasileiro, Rodrigo Sauaia vai mais longe apresentando dados superlativos de levantamento feito pela Empresa Pesquisa Energética (EPE), ligada ao governo federal. “O potencial hidrelétrico brasileiro é de 172 gigawats boa parte localizado na Região Amazônica, o de geração eólica é de 440 GW e o solar é de 28.500 GW” e, completa, “isso representa 200 vezes a energia gerada pelas grandes usinas brasileiras”. Nessa hora ele que pergunta ao repórter: “você ainda acha que preciso responder sobre otimismo?”. Recebe de volta um sorriso silencioso!

Neste momento, a energia solar tem representação ínfima na matriz energética total do país, em torno de 0,02%, mas até 2030 deve chegar a 10% com 25 GW. Para se ter uma ideia a China já possui 75 GW e a Alemanha, 40 GW.

Nenhum desses dois países convenhamos, principalmente a Alemanha, são reconhecidos por serem ensolarados e muito menos bonitos por natureza, mesmo assim, estão bem à frente do Brasil. “Estamos atrasados pelo menos 15 anos em razão de gestões passadas por não terem dado a atenção devida a geração solar”, explica Sauaia.

Com tudo isso e mesmo diante da crise persistente dos últimos três anos, a energia solar no país avançou 400% em 2015; 320% no ano passado e são aguardados outros 300% neste ano.

policial.jpgO policial ambiental Luiz Alberto Vilalva espera recuperar todo o investimento em no máximo seis anos (foto: Reinaldo Canto)

Novas empresas e geração de empregos

Foi exatamente esse potencial de crescimento do setor que motivou Hugo Brandão a abrir no ano passado uma franquia da NeoSolar em Campo Grande.

Ele ainda aguarda os bons resultados, mas acredita que existe uma demanda aquecida em busca de projetos solares, “o número de  consultas tem aumentado”. Para ele, algumas políticas públicas poderiam ajudar a impulsionar o mercado, “se tivéssemos uma linha de financiamento específica com juros mais baixos para pessoas físicas, teríamos muito mais instalações Brasil afora”.

A opinião do presidente da Absolar é semelhante e ele acredita que, neste momento, até a chamada geração centralizada, quer dizer, a energia produzida por usinas solares, também dependeria de uma política pública de incentivo para seu crescimento. Outros pontos apontados por ele como fundamentais são a redução e equalização da carga tributária.

Publicado em maio, o relatório “Mapeamento da Cadeia de Valor da Energia Solar Fotovoltaica no Brasil”, apresenta informações valiosas sobre o momento atual e o futuro do setor. Mesmo ainda incipiente, o Brasil hoje possui mais de 1.600 empresas, 400 fabricantes de componentes, oito montadoras de módulos e mais de mil fornecedores de serviços. O estudo projeta que em 2040, a energia solar irá representar 32% da matriz energética brasileira! Lembrem-se que hoje ela é de apenas 0,02%.

Até o final deste ano acredita-se que o Brasil vai chegar a 1 GW de produção solar.

No quesito geração de empregos, a solar é considerada a que mais cria vagas. São entre 25 a 30 empregos por megawatt produzido. O Portal Solar estima que nos próximos quatro anos serão gerados 100 mil novos empregos no setor e, em geral, empregos de qualidade.

O Futuro já chegou

O setor, certamente, ainda precisa de apoio, mas ações acontecem como as anunciadas recentemente pela MRV uma das empresas que mais atuam na construção de moradias do Minha Casa, Minha Vida, programa do Governo Federal. A MRV afirmou que pretende instalar módulos solares em 30% dos novos projetos e no prazo de cinco anos, todos os novos edifícios construídos por eles serão abastecidos por energia solar.

Aos empresários, empreendedores e interessados em atuar no setor, Rodrigo Sauaia, presidente da Absolar recomenda: “simplesmente façam as contas, é um investimento com retorno e economia no dia a dia; uma matriz mais resiliente, independente, além de fundamental para esses novos tempos”.

Tempos que exigem buscar fontes de energia limpa, renovável, abundante e que além do mais é um fortíssimo aliado no combate ao aquecimento global.

Seria preciso dizer mais alguma coisa?

Fonte: www.cartacapital.com.br

Equipe: Energiatecsolar_Brasil

Plano de energia solar é apresentado ao governo

Plano de energia solar é apresentado ao governo

Jefferson Klein

Os dirigentes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) reúnem-se hoje com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, para apresentar a proposta de um programa para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro. Entre as sugestões da entidade está a contratação anual de 2 mil MW (cerca de metade da demanda média de eletricidade do Rio Grande do Sul) de usinas solares fotovoltaicas por meio de leilões de energia.

A Absolar recomenda ainda a abertura de linhas de financiamento competitivas para pessoas físicas e a adoção de uma política industrial para reduzir preços de equipamentos nacionais aos consumidores. A instituição defende a estipulação de uma meta de 1,2 milhão de telhados solares fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural até 2024. Na metade deste ano, eram cerca de 10 mil sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil.

“O País poderá se tornar um dos 10 maiores mercados fotovoltaicos do planeta ao longo de poucos anos”, afirma o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia. O dirigente frisa que o Brasil não pode perder essa oportunidade. Como a fonte solar é emergente no cenário nacional, Sauaia diz que é necessário fazer leilões de energia específicos para as usinas de maior porte que trabalham com essa geração. Já no caso dos painéis fotovoltaicos de consumidores individuais, colocados nos telhados de edificações, o dirigente antecipa que acontecerá um desenvolvimento mais independente.

A Absolar cita que, na última década, países em desenvolvimento, como China, Índia e África do Sul, bem como nações desenvolvidas, como Alemanha, Japão, Estados Unidos, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Canadá e Austrália, lançaram programas para o aproveitamento da energia solar fotovoltaica. Tais iniciativas criaram valor às economias dessas nações, fomentando investimentos privados de bilhões de dólares e gerando milhares de empregos. Estudo da Absolar aponta também que os brasileiros poderiam ter economizado pelo menos R$ 2 bilhões na conta de luz com uma complementação da matriz elétrica brasileira por meio da inserção da fonte solar fotovoltaica.

  Geração de forma distribuída ameniza perdas de eletricidade

A realização de um programa nacional de desenvolvimento do setor solar fotovoltaico é vista como saudável pelo diretor da Siclo Consultoria em Energia Plinio Milano. O consultor destaca que essa medida incentivará a geração distribuída (produção de eletricidade no local de consumo), através dos painéis fotovoltaicos. Milano lembra que em qualquer sistema de distribuição de energia existem perdas, ou seja, quanto mais longe está a fonte de geração, maior é o volume de eletricidade extraviado. Assim, quanto mais diversificados forem os pontos de produção de energia, menores serão as perdas.

Milano reforça que a geração distribuída é uma tendência e, além de ser tecnicamente interessante, é benéfica para o meio ambiente por se tratar de uma energia renovável. O diretor da Siclo prevê que a energia solar deve seguir os passos da eólica, que inicialmente era uma geração cara e de pouca representatividade na matriz energética nacional, mas que, com o tempo, foi diminuindo de custo e aumentando de relevância. Porém, o consultor reforça que tanto a solar como a eólica são fontes complementares, pois não há garantias de sempre haver ventos ou condições ideais de radiação solar. Por isso, a hidreletricidade e termeletricidade tradicionais continuarão sendo importantes.

O coordenador do grupo temático de energia da Fiergs, Edilson Deitos, salienta que a geração fotovoltaica é um novo mercado que está surgindo, com um grande potencial de geração de empregos e serviços. O dirigente recorda que enquanto o Brasil tem um pouco mais de 10 mil sistemas fotovoltaicos instalados, na Alemanha esse número passa de 1,4 milhão, sendo que a nação europeia tem um potencial de radiação inferior ao brasileiro. Outro ponto destacado por Deitos é que a produção de energia solar para o próprio uso é uma forma do consumidor se proteger de intensas elevações do custo da energia distribuída pelas concessionárias.

fonte: Jornal do Comércio 

Equipe: Energiatecsolar_Brasil

Programa público facilita o acesso de agricultores familiares à energia solar

Programa público facilita o acesso de agricultores familiares à energia solar

O sistema ajuda as famílias a trocarem os geradores, velas e lamparinas por energia limpa e segura.

Kits solares proporcionam energia renovável e sustentável com várias aplicações na agricultura, como o bombeamento de água para irrigação. | Foto: Divulgação

Programa público facilita o acesso de agricultores familiares à energia solar

Através de uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, pequenos produtores dos municípios de Gurupá e Almeirim, no Pará, terão mais facilidades para adquirirem sistemas de energia fotovoltaica para suas propriedades rurais. O projeto facilita o financiamento das estruturas, que tornam o processo de compra dos kits solares mais rápido e acessível.

No início deste ano foram assinados no município de Almeirim oito contratos para financiamento dos kits de energia solar no valor de R$ 19.530,00 cada um. Outros seis empreendimentos pecuários também foram contemplados, com créditos individuais que variam de R$ 30 mil a R$ 40 mil. Dois projetos de manejo de açaizal receberão em torno de R$ 30 mil.

As comunidades rurais em Almeirim gastam, em média, R$ 3,5 mil por ano com o uso de geradores, bombeamento de água, lamparinas e velas. Com a chegada da energia solar esse gasto será reduzido, a preservação de alimentos como queijo, leite e pescado a partir do uso de câmaras frias será otimizada. A redução dos riscos de incêndios e de acidentes com fogo é também um dos benefícios que a luz do sol oferece.

Compostos por placas fotovoltaicas, baterias estacionárias e controladores de carga, os Kits solares proporcionam energia renovável e sustentável com várias aplicações na agricultura, como o bombeamento de água para irrigação, cercas elétricas para manejo de animais, além da melhoria da qualidade de vida dos agricultores e suas famílias.

Para o chefe do escritório local de Almeirim da Emater, Elinaldo Martins da Silva Ribeiro, a iniciativa é uma parceria exitosa entre a Fundação Jari, entidade de assistência técnica ao produtor rural,  a Emater-PA e o Banco do Brasil, órgão financiador.

Juntos, eles incentivam, apoiam e facilitam o acesso aos programas e créditos subsidiados, auxiliando o agricultor familiar a partir de reuniões, análises de necessidades, elaboração de projetos e busca de colaboradores sérios e responsáveis para fornecimento dos equipamentos.

“A vida deles vai mudar. Essas famílias terão acesso à informação, as crianças terão entretenimento, como a televisão. Melhorias, qualidade de vida, banho quente, irrigação, uso de equipamentos diversos, tudo isso agora não só durante quatro horas por dia, mas o dia inteiro”, enfatiza.

Em Almeirim, os produtores que residem no Distrito de Monte Dourado e nas localidades de Barreira, Estrada Nova, Repartimento e Ilha do Maroim, estão na fase final do processo e a previsão para instalação dos equipamentos é ainda em janeiro. No município de Gurupá, a população já desfruta das melhorias e benefícios da energia solar.

Sistema Fotovoltaico

Cada kit de energia solar é composto por quatro placas fotovoltaicas, um inversor, quatro baterias estacionárias e o controlador de carga. Essas placas solares são instaladas em cima de telhados ou outras estruturas e reagem com a luz solar.

Os painéis são conectados a um inversor solar que converte a luz do sol em energia elétrica. A energia que sai do inversor vai para o quadro de luz e é distribuída para os pontos de energia na propriedade. Quando sobra energia, o excesso se transforma em “crédito” para ser utilizado no futuro em momentos que não houver sol.

Da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário.

Fonte: Ciclovivo

Equipe: Energiatecsolar_Brasil

Energia solar usada em bicitáxi quer ganhar as ruas do Rio de Janeiro

Visual deslumbrante, brisa gostosa no rosto, amor pelo planeta e geração de emprego. Quem senta para dar uma volta no protótipo de bicitáxi do australiano Michael Linke logo se encanta pela ideia.

A frente é como a de uma bicicleta comum, mas ela é acoplada de cabine. Uma placa de energia solar garante o reabastecimento do motor elétrico para ajudar a mover o veículo, que também funciona só com pedaladas.

Diante de um cenário caótico – estudos apontam que o Rio de Janeiro é a cidade do Brasil em que o motorista fica mais tempo parado no trânsito –  Michael vê no bicitáxi uma alternativa de locomoção para distâncias curtas, de até 10 km, e uma oportunidade de emprego para jovens em situação vulnerável. “É seguro, não poluente, divertido e, acima de tudo, cria novos empregos“.

No passeio que fizemos pela região da Praça São Salvador, o bicitáxi atraiu o olhar de muitos curiosos e se mostrou eficiente para desviar do engarrafamento provocado pela chuva que castiga o Rio desde o início da semana. “Normalmente saio para dar uma volta com os meus filhos e eles mesmos já se antecipam às perguntas que nos fazem pelo caminho. ‘Sim! Não precisa pedalar’, ‘Ela carrega com a força do sol’‘Só meu pai que tem uma dessa aqui… por enquanto“.

A bike que ele mantém estacionada em sua casa no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, foi desenvolvida em Xangai, na China. Custou algo em torno de 40 mil reais e é seu único meio de transporte para circular pela cidade. Ele se inspirou nos famosos riquexós, as carroças de duas rodas bastante comuns em vários países asiáticos, porém seu bicitáxi é resultado de conhecimentos acumulados em vários outros pontos do planeta.

Michael é fundador da Bicycling Empowerment Network, uma ONG que coleta e exporta bicicletas de segunda mão para serem usadas por voluntários na África. Esse ano, ele atingiu a marca de 50 mil bikes doadas para países como Namíbia, Madagascar, Quênia e Moçambique. São elas os únicos meios de transporte disponíveis para prestar serviços de saúde em aldeias com acesso precário ou para dar aulas a crianças que não tem acesso à escola.

Desde abril deste ano, uma frota de 50 dos seus bicitáxis roda as ruas e avenidas de Catmandú e Lumbini, no Nepal. São modelos mais econômicos feitos de aço – custaram em média 1500 dólares cada. Até o final do ano, a expectativa é trazer para o Rio alguns deles e colocar para rodar no Aterro do Flamengo e na Praça Mauá. As bikes tem uma velocidade máxima de 30 km/h e a bateria segura tranquilamente três dias sem recarga, graças ao painel de energia solar.

Michael imagina que seu bicitáxi, além de ser uma alternativa de mobilidade, pode ser também um aliado para o empoderamento de jovens carentes.  Com base na experiência no Nepal, ele deduz que no Rio seria possível gerar pelo menos R$ 200 por dia para o ciclo-taxista. Já vislumbrou até um aplicativo em que  seria possível visualizar os projetos que os ciclo-taxistas lideram em suas comunidades, como uma escola ou uma biblioteca comunitária, e fazer uma contribuição diretamente pelo seu celular ao final da corrida.

Para saber mais ou entrar em contato direto com o Michael, basta acessar o site

* Crédito das fotos: Isabelle de Paula e arquivo pessoal de Michael Linke

Artigo originalmente publicado em Hypeness

Equipe: Energiatecsolar_brasil

Energia solar alcança o mercado agropecuário

Energia solar alcança o mercado agropecuário

Redes de lojas agropecuárias investem no mercado de energia solar

 

 

 

 

 

Solar Inove, de Tubarão, fechou parceria com duas grandes redes de lojas de produtos agropecuários no Rio Grande do Sul

Energia solar alcança o mercado agropecuário

Diante das constantes altas no custo da eletricidade, o agronegócio parece ter abraçado de vez a ideia das energias alternativas. A empresa catarinense Solar Inove, uma das poucas cadastradas e credenciadas pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) para fornecer o sistema de energia solar fotovoltaica, está em franca expansão dos seus negócios para o Rio Grande do Sul. A empresa de Tubarão fechou recentemente parceria com duas grandes redes de lojas de produtos agropecuários, a Agrimar, que atende praticamente todos os municípios da serra gaúcha, e a Tritec Equipamentos Ltda, com lojas no Vale do Taquari. Ambas serão revendedoras do sistema fotovoltaico da Solar Inove.

Por ser cadastrada no sistema do MDA, a empresa consegue possibilitar aos seus clientes diferentes linhas de crédito para financiamento. “Somos uma empresa tradicionalmente do setor agrícola, hoje 95% dos nossos clientes são produtores. Para ser cadastrado pelo MDA tivemos que atender diversas exigências e certificações, por isso, temos um produto diferenciado que pode ser financiado em até dez anos com juros de 2,5% ao ano”, afirma Fernando Ronchi, diretor da empresa.

A linha de crédito que oferece mais facilidades é o Pronaf Eco, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar direcionado para financiamento de energia renovável e sustentabilidade ambiental. Porém cobre projetos com custos até R$ 165 mil. Para projetos maiores de até R$ 3 milhões existem o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) e o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro).

Segundo especialistas, a tendência é de que a energia solar seja uma das principais fontes de energia do futuro. Diferente do combustível fóssil (que é um recurso finito), os painéis são uma tecnologia cuja eficiência aumenta e o valor diminui com o passar do tempo. No Brasil, conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apenas 11 mil propriedades têm o sistema instalado. No agronegócio, a tecnologia vem sendo muito adotada por produtores de fumo, leite, aves e suínos, atividades que utilizam grande consumo de energia elétrica.

No entanto, outros setores do agronegócio já vêm adotando o sistema fotovoltaico, o que faz o diretor da empresa catarinense ter um projeto audacioso. “A meta da Solar Inove é se consolidar até 2018 como o principal distribuidor de energia solar do Sul do país. Por isso, além do Rio Grande do Sul estamos fomentando e fechando parcerias também no Paraná e em Santa Catarina”, revela Ronchi.

Energia Solar na Sua Empresa

EmpresaEnergia SolarUsando Energia Solar na Sua Empresa

Energia Solar na Sua Empresa

É cada vez mais comum, tanto no Brasil quanto no exterior, que empresas adquiram e instalem seus sistemas fotovoltaicos e passem a usufruir dos benefícios e vantagens da energia solar. Não é para menos. Em época de crise econômica, todo o abatimento nas contas que chegam no fim do mês é fundamental para garantir a sobrevivência dos negócios, sobretudo das médias e pequenas empresas. Nesse quesito, a energia solar ganha de lavada da energia hidráulica, podendo oferecer reduções que variam de 50% a 95% nas contas de luz. Além disso, a energia fotovoltaica oferece muitas outras vantagens que podem ser um prato cheio no âmbito empresarial. Vem conhecer algumas!

Instalação simples

Para começar a utilizar energia solar na sua empresa, você deve adquirir um sistema fotovoltaico, que precisa ser instalado por uma empresa do ramo. A instalação em si funciona de maneira muito simples, sempre na parte exterior dos prédios ou casas, geralmente em telhados e terraços. Essa metodologia de instalação externa faz com que o processo possa acontecer tranquilamente durante a semana, sem afetar em nada a rotina de trabalho dos seus funcionários, parceiros, sócios e clientes, além de outros escritórios ou negócios que funcionem no mesmo edifício. Tudo transcorre sem dores de cabeça.

A instalação de um sistema fotovoltaico também não interfere em nada no restante do sistema elétrico do prédio, portanto, não causará nenhum transtorno ou interferência para outros escritórios que funcionem no mesmo local. Falando nisso, por precisar de manutenções esporádicas e ser um equipamento com uma vida útil muito grande, que pode chegar a até 25 anos se bem conservado, o sistema fotovoltaico também apresenta um índice de acidentes e problemas (como curto-circuitos, por exemplo) muito menor em comparação a outros tipos de instalação de rede elétrica. Isso garante muito mais segurança para você e para quem trabalha com você, além de menor probabilidade de gastos inesperados com eletricistas.

Para fechar com chave de ouro, os sistemas fotovoltaicos também são instalados de uma forma que favorece possíveis expansões de maneiras fácil e simples, sem complicação. Assim, se sua empresa crescer ou você mudar para uma sala maior, por exemplo, é possível adaptar o sistema de captação de luz solar para gerar mais energia e atender suas novas demandas.

Economia a curto e longo prazo

A partir do dia em que os painéis fotovoltaicos são instalados em sua empresa, a energia excedente gerada pelos sistemas fotovoltaicos é convertida em créditos de energia, que, em tradução livre, significam economia para sua empresa. As vantagens são tão grandes que o investimento inicial feito com a instalação do sistema fotovoltaico se paga, em média, apenas seis anos após as instalações. Qualquer tipo de aparelho pode ser ligado nas tomadas de empresas que trabalham com energia fotovoltaica, exatamente como em instalações convencionais, só que com muito mais economia.

Marketing

Usar um meio de produção energética totalmente sustentável pode se converter em publicidade positiva para sua empresa, o que ganha muitos pontos com o consumidor. Solicite já a instalação do seu sistema fotovoltaico e peça para sua equipe de comunicação transformar o uso de energia solar em mais uma vantagem para seu negócio!

Fonte: Wise_Energia Inteligente

Equipe: Energiatecsolar_Brasil

O INVERSOR SOLAR

O INVERSOR SOLAR

O papel principal do inversor solar no sistema fotovoltaico é inverter a energia elétrica gerada pelos painéis, de corrente continua (CC) para corrente alternada (CA). O Seu papel secundário e garantir a segurança do sistema e medir a energia produzida pelos painéis solares.

Inversor Solar Fotovoltaico Grid-tie

O Inversor Solar é o “coração” do seu sistema de energia solar fotovoltaica.

Onde o Inversor Solar é Instalado?

Em residências, o inversor solar é tipicamente instalado perto do quadro de luz, em um local abrigado do sol, do calor e da água. Em mini-usinas (mini-geração distribuída) Comerciais e Industriais pode-se construir uma sala somente para eles, pois estes inversores são maiores e ocupam mais espaço físico.

Qual é o tipo de Inverso Solar mais Utilizado no Mundo?

O tipo de inversor solar mais utilizado é conhecido como “inversor grid tie“, esses são os inversores utilizados para conectar o seu sistema fotovoltaico de energia solar na rede elétrica.

O papel principal do inversor solar (inversor grid tie) no sistema é inverter a energia elétrica gerada pelo painel solar, de corrente continua (CC) para corrente alternada (CA). O Seu papel secundário e garantir a segurança do sistema fotovoltaico e gerar dados da geração de energia para o monitoramento do desempenho do seu sistema.

Qual é a potência (kWp) do inversor solar (inversor grid-tie) que você precisa?

Depende da potencia (Watts) (tamanho) do sistema que você deseja instalar. Por exemplo, se você está instalando um sistema de 4.0kw em seu telhado e você não tem intenção de aumentar o número de painéis (aumentar a capacidade de geração do sistema), então você precisaria de um Inversor solar de 4.0kw.

Se você vai instalar um sistema solar de 4.0kw e pretende instalar mais painéis no futuro, então você pode instalar um inversor solar maior, como um de 5.0kW ou mesmo um 6.0kW. Apenas certifique-se que você tem o espaço em seu telhado para os painéis extras antes de optar por um inversor maior.

As principais características de um inversor solar (inversorgrid-tie).

A maioria dos Inversores solares no Brasil são bastante confiáveis, mas, nem todos. Para assegurar-se de que esta comprando um inversor solar confiável, seguem alguns fatos e informações que você deve considerar antes de fazer a sua escolha:

  1. Inversor Solar sem transformador (Transformer-less) ou com transformador.

    O inversor solar sem transformador é um inversor mais leve, e gera menos calor (melhor para áreas fechadas) eles também tem reputação de serem mais eficientes no processo de conversão de CC para CA. Já no Brasil, diversas distribuidoras exigem que você use inversores com transformador. Fale com o seu instalador para descobrir qual é o ideal para você.

  2. Grau de Proteção contra água e poeira (IP) do Inversor Solar

    : apresentado na norma NBR IEC 60529 – Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (códigos IP). Isso é muito importante se seu inversor solar for instalado em local aberto, existem diversos graus de proteção, o aconselhável, para locais abertos é a partir de IP 55.

  3. Eficiência do Inversor Solar:

    A eficiência do seu inversor é medida em %, indicando o quão eficiente este inversor é em converter a energia solar de corrente continua (CC) para corrente alternada (CA), para ser usada na sua casa ou comércio. A eficiência de um inversor solar para sistemas conectados a rede varia, sendo 94% a eficiência mínima aceitável. Quanto mais alta a eficiência do inversor solar melhor.

  4. Possibilidade de conexão do Inversor Solar ao seu computador:

    Para aqueles que realmente gostam da ideia de possuir a sua própria “usina solar” e tem um grande interesse por TI,  a possibilidade de conectar o seu inversor solar ao computador pode ser interessante; pois isso possibilita  monitorar o desempenho do sistema em tempo real, de qualquer lugar do mundo gerando gráficos e comparações. As maiorias dos inversores solares já possuem um display onde você pode monitorar o desempenho do sistema, portanto, a conectividade ao computador pode ser dispensável para alguns.

  5. <h2″>Garantia do Inversor Solar: </h2″>

    <h2″>Todos os Inversores solares vêm de fábrica com garantia de 5 anos e a maioria dos fabricante oferecem a opção para estender a garantia até 10 anos. Alguns inversores solares já vêm com uma garantia de 10 anos. Lembre-se, apenas porque ele tem a maior garantia, isso não significa que o inversor solar é mais confiável. O mais importante é que este inversor solar tenha uma garantia nacional e que seja de uma empresa com reputação comprovada. Dica: Procure saber do seu instalador qual é o procedimento caso o Inversor Solar apresente algum problema. (você não quer colocar o seu inversor no correio e mada-lo para Europa e esperar 3 meses até receber um novo!)</h2″>

  6. Inversor Solar com Duplo Rastreamento (Duel MPPT):

    O duplo rastreamento é como se existissem dois inversores solares dentro de um só, ele permite que você tenha no mesmo sistema painéis voltados para dois lados diferentes. Exemplo: você pretende instalar um sistema de 5kw na sua propriedade, existem duas faces disponíveis voltadas para direções diferentes, o espaço de uma única face não é suficiente para os 5kw de painéis, então você vai dividir o sistema em 2.5kw de um lado do telhado e 2.5kw na outra face do telhado. Isso somente é possível fazer com inversores solares que possuam duplo rastreamento. Se você vai instalar todos os painéis em uma única face, não é necessário o duplo rastreamento.

Perguntas frequentes sobre o Inversor Solar Fotovoltaico Grid Tie

  1. O que é um inversor solar?

    O Inversor solar é um equipamento desenvolvido para converter a energia gerada pelos painéis solares em corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA). A corrente alternada é a que usamos em nossas casas e empresas. Ou seja o inversor solar é fundamental para que você possa usar a energia fotovoltaica para alimentar os utensílios elétricos que você usa no dia-a-dia.

  2. É possível conectar qualquer equipamento em um inversor solar (grid-tie)?

    Sim, é possível conectar 99% dos equipamentos que você usa no dia-a-dia, como computadores, máquinas de lavar, secadores, luz, etc. Apenas equipamentos cirúrgicos e equipamentos extremamente sensíveis requerem inversores de onda senoidal pura. Ou seja é possível.

  3. Qual é diferença entre um inversor solar e um inversor fotovoltaico?

    Nenhuma. Os dois são a mesma coisa, somente o nome muda.

  4. O que é um inversor solar grid-tie?

    O que é um inversor solar grid-tieEste é o inversor solar mais utilizado no mundo. A expressão grid-tie em português significa: conectado á rede. O inversor grid-tie é aquele inversor usado para conectar um sistema fotovoltaico sem baterias na rede da sua residência ou empresa, eles são projetados para desligar rapidamente da rede elétrica caso ela venha a cair.

  1. O que é um inversor solar off-grid?
    inversor solar off-grid

    Off-grid significa “fora da rede” ou “desconectado da rede”. Esses inversores foram desenvolvidos para sistemas fotovoltaicos que funcionam independente da rede elétrica. Ex: Postes de iluminação solar, sistemas de rádio transmissão, telefones de emergência em rodovias, estações meteorológicas. Ou seja, em sistemas que usam baterias e normalmente em regiões isoladas onde não se tem acesso a rede elétrica. Os inversores Off-Grid convertem a corrente contínua (CC) a 12, 24 ou 48 volts para a corrente alternada (CA). Os inversores off-grid para uso no Brasil devem ter uma potência de 110/220V e 60Hz para fornecer energia a eletrônicos e eletrodomésticos convencionais.  O tamanho do inversor off-grid varia dependendo da aplicação. Os inversores off-grid menores possuem potências variando de 150W a 2000W. Esses inversores off-grid são leves e podem ser facilmente transportados ou movidos de um sistema para outro. Os inversores off-grid mais potentes  são usados ??para operar equipamentos com maior consumo de energia, como televisores, frigoríficos, máquinas, ferramentas elétricas, equipamentos de telecomunicações, etc. Os inversores off-grid acima de 2000W são mais pesados ??e requerem uma instalação permanente. Eles também têm uma série de recursos avançados, como controle de carga, monitoramento de internet, etc.

  2. O que é um micro-inversor solar?
    micro-inversor solar

    Micro inversor solar é um inversor projetado para operar com um único painel solar. O micro-inversor converte a energia de corrente contínua de cada painel para corrente alternada. As vantagens do micro-inversor residem, principalmente, na operação independente de cada painel. Sim, algumas empresas possuem esta solução no Brasil.

  3. O que é um Inversor Solar string (String inverter)?
    inversor solar solar string

    O inversor string é o tipo de inversor solar mais comumente utilizado em casas e sistemas de energia solar. Ele é um inversor solar grid-tie e atualmente representa 50% de todos inversores solares utilizados no mundo. Dependendo do tamanho da instalação, pode haver mais do que um inversor string.

  4. O que é um inversor solar central?
    inversor solar central

    Inversores centrais são projetados para aplicações de grande porte como edifícios, instalações sistemas fotovoltaicos industriais e usinas solares. Eles são, basicamente, um grande inversor string.

  1. Eu posso ter um inversor solar menor que a quantidade de painéis que eu tenho?

    Sim. Você pode ter até 15% mais potência instalada (quantidade de painéis) do que a potência nominal do seu inversor. Ex: Você pode ter 2.3KWp de painel para um inversor de 2kWp. Isso acontece porque os seus painéis fotovoltaicos nunca irão produzir a potência máxima deles. (Devido a perdas por calor e outros fatores)

  2. Eu posso ter um inversor solar maior que a quantidade de painéis que eu tenho?

    Normalmente este não é o ideal e o seu sistema fotovoltaico não vai funcionar bem. Salve algumas exceções onde o inversor é projetado para fazer isso.

  3. O que é mais importante na escolha de um inversor solar?

    Confiabilidade e Eficiência. Quanto maior a eficiência do seu inversor solar mais energia gerada pelos painéis fotovoltaicos você aproveita para a sua casa ou empresa e, quanto mais confiável, menor é o seu risco de ter algum problema com o inversor solar. Se você tiver que escolher entre um dos dois nós aconselhamos o inversor que seja mais confiável, pois, é preferível perder um pouco da energia gerada (1%, 2% ou 3%) ao ter problemas com o inversor (Improvável mas pode acontecer com inversores de baixa qualidade).

  4. Inversores chineses VS Inversores europeus. Qual é melhor?

    Muitas pessoas falam mal de inversores chineses e dizem que os inversores Europeus são os melhores. Os Europeus estão produzindo esses inversores para energia solar a mais tempo, a 25 – 30 anos. Mas isso não quer dizer que os outros inversores não são bons. Existem inversores de boa qualidade sendo fabricados em todos os países inclusive no Brasil. Siga as nossas dicas nessa página que as chances de você se arrepender são mínimas.

  • Quais são os principais fabricantes de Inversor Solar?

    ABB
    REFUSol
    FRONIUS
    SANTERNO
    WEG
    ECOSOLYS
    ENPHASE
    SMA
    ADVANCED ENERGY
    SUNGROW
    BONFIGLIOLI
    INGETEAN
    SCHNEIDER
    KAKO
    OUTBACK
    PHB
    B&B
  1. Quanto custa o inversor solar?

    No caso de sistemas conectados à rede, você vai comprar o sistema fotovoltaico todo (Painéis + Inversores + Estrutura de Fixação + Materiais elétricos + Instalação e Projeto). Portanto o preço do inversor será diluído.

    Os inversores são, principalmente, vendidos por sua potência nominal (1.5kWp, 5kWp, 100kWp etc). Quanto maior for o inversor , mais barato é o preço pela potência. Exemplo: Um inversor de 100kWp pode custar R$100.000,00 e um inversor de 1.5kWp pode custar R$4.000,00. Ou seja, neste caso, o inversor de 100kWp custa R$1.000,00 por kWp e o Inversor de 1.5kWp custa R$2.666,00 por KWp.

    Preços típicos, médios, de inversores grid-tie no varejo (Março 2017):

  • Inversor solar de 1.5KWp aproximadamente R$ 3.000,00 – R$5.000,00
  • Inversor solar de 2.5kWp de R$5.000,00 – R$7.000,00
  • Inversor solar de 3.0kWp de R$6.500,00 – R$7.500,00
  • Inversor solar de 5.0kWp de R$8.000,00 – R$10.000,00
  • Inversor solar de 15.0kWP de R$ 15.000,00 – R$20.000,00
  • Inversor solar de 20.0kWP de R$ 20.000,00 – R$25.000,00
  • Inversor solar Central 100kWp de R$ 50.000,00 até 100.000,00
  • Inversor solar Central 1000kWp de R$ 300.000,00 até R$600.000,00

Obs: esses são preços médios de varejo, apurados em Março de 2017, eles variam muito e no caso de uma empresa integradora esses preços normalmente são mais em conta.

Certificação do Inmetro para INVERSORES Conectados à Rede (On Grid)

O PBE Fotovoltaico foi implementado em caráter compulsório por meio da Portaria Inmetro no 4, de 4 de janeiro de 2011, complementada pelos critérios estabelecidos na Portaria Inmetro n° 357/2014. O objetivo dessa legislação é o estabelecimento de regras para os inversores de energia solar fotovoltaica.

IMPORTANTE: Não é porque o seu Inversor não esta aqui que ele não é bom. Hoje existe um grande atraso por parte dos laboratórios certificados e portanto a maioria dos Inversores ainda não constam nesta lista. Caso tenha dúvidas sobres os inversores fotovoltaicos que você pretende comprar entre em contato conosco para tentarmos lhe auxiliar.

Baixe o PDF da lista do Inmetro de inversores fotovoltaicos.

Fonte: Portal Solar

Equipe: Energiatecsolar_Brasil

A Maior Feira e Congresso do Setor Solar Sul-Americano

A Maior Feira e Congresso do Setor Solar Sul-Americano

Intersolar South America 

A Maior Feira e Congresso do Setor Solar Sul-Americano

A Intersolar South America, a maior feira e congresso do setor solar sul-americano, será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, de 22 a 24 de agosto de 2017, focando as áreas de energia fotovoltaica, tecnologias de produção FV, armazenamento de energia e tecnologias termo-solares. Com mais de 11.500 visitantes e acima de 1.500 congressistas no Expo Center Norte de São Paulo, a Intersolar South America 2016 atraiu mais do dobro dos visitantes esperados. 180 expositoras mostraram seus produtos, representando um aumento de 60% em relação a 2015, tal como no ano anterior. Para 2017, esperam-se 240 empresas expositoras

Entrada Gratuita
Data: de 22 a 24 de Agosto de 2017
Horário: das 13h às 20h
Local: São Paulo Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – CEP: 02055-000 – São Paulo / SP
Site: http://www.intersolar.net.br/pt/inicio.html

Equipe: Energiatecsolar_Brasil